Justiça nega pedido da defesa de Alckmin para desbloqueio de bens




 

Justiça nega pedido da defesa de Alckmin para desbloqueio de bens valorizado em R$ 39,7 milhões. O bloqueio dos bens foi determinado no último dia 15 de abril.

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) negou o pedido para desbloquear os bens do ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB).

A autorização para o bloqueios dos bens foia autorizada pelo juiz Alberto Alonso Muñoz, da 13 ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo, que acatou um pedido do Ministério Público realizado em ação civil pública no estado.

O MP na denúncia alega que o tucano recebeu R$ 7,8 milhões da empreiteira Odebrecht durante sua campanha de 2014 à sua reeleição ao governo do estado.




O ex-governador é acusado é acusado de improbidade administrativa por não ter declarado à Justiça Eleitoral os repasses, que se caracteriza caixa dois. A defesa de Alckmin recorreu da decisão, por considerar “fundada em grande erro”.

No entanto, o juiz afirma que os documentos que deram embasamento ao bloqueio são suficientes “fortes indícios da prática de atos de improbidade administrativa”.

“Considero que as alegações não ostentam plausibilidade necessária para justificar a concessão do efeito suspensivo, em detrimento, dado em risco de irreversibilidade, da apreciação da causa pelo juiz natural. Essas rações são suficientes para justificar a manutenção da decisão agravada até o julgamento do recurso pela turma julgadora”.

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