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Terrorista Guilherme Boulos pede saída de Bolsonaro desrespeitando democracia

Terrorista Guilherme Boulos pede saída de Bolsonaro desrespeitando democracia.

Além disso, o terrorista e invasor de propriedades, Guilherme Boulos, que já foi preso por alguns crimes, e é o líder atual do MTST, e da Frente do Povo Sem Medo, totalmente descontrolado, pediu a saída do Presidente Bolsonaro, após a saída do Ministro da Saúde, Henrique Mandetta.

Embora ele tenha pedido a saída do Presidente Bolsonaro, por ele ter demitido o Ministro Henrique Mandetta, Guilherme Boulos, já fez diversas críticas as posturas do ex-ministro. Em suas palavras ele declarou:

“Mandetta foi presidente de planos de saúde, foi contra os médicos cubanos e votou a favor do Teto de Gastos que tirou R$9 bilhões do SUS. É incrível”.

Através de suas redes sociais, o terrorista Guilherme Boulos pediu para que as pessoas assinem o Manifesto Unitário pela saída do Presidente Bolsonaro, que tem vários criminosos como a deputada Gleisi Hoffmann o racista, Ciro Gomes, Fernando Haddad, eleito o pior prefeito de São Paulo, além de vários processos, etc.

De acordo com as afirmações de Guilherme Boulos:

“Assine agora o Manifesto Unitário pela saída de Bolsonaro. #ForaBolsonaroUrgente”

Terrorista Guilherme Boulos pede saída de Bolsonaro desrespeitando democracia

Desrespeitando a democracia totalmente afirma:

“Quem deveria ter saído era o presidente, não o ministro. Simples assim”.

Segue abaixo o manifesto completo de todos que desrespeitam a democracia nacional:

Manifesto Unificado das Lideranças de Esquerda

“O Brasil e o mundo enfrentam uma emergência sem precedentes na história moderna, a pandemia do coronavírus, de gravíssimas consequências para a vida humana, a saúde pública e a atividade econômica.

Em nosso país a emergência é agravada por um presidente da República irresponsável. Jair Bolsonaro é o maior obstáculo à tomada de decisões urgentes para reduzir a evolução do contágio, salvar vidas e garantir a renda das famílias, o emprego e as empresas. Atenta contra a saúde pública, desconsiderando determinações técnicas e as experiências de outros países. Antes mesmo da chegada do vírus, os serviços públicos e a economia brasileira já estavam dramaticamente debilitados pela agenda neoliberal que vem sendo imposta ao país. Neste momento é preciso mobilizar, sem limites, todos os recursos públicos necessários para salvar vidas.

Bolsonaro não tem  condições de seguir governando o Brasil e de enfrentar essa crise, que compromete a saúde e a economia. Comete crimes, frauda informações, mente e incentiva o caos, aproveitando-se do desespero da população mais vulnerável. Precisamos de união e entendimento para enfrentar a pandemia, não de um presidente que contraria as autoridades de Saúde Pública e submete a vida de todos aos seus interesses políticos autoritários. Basta! Bolsonaro é mais que um problema político, tornou-se um problema de saúde pública. Falta a Bolsonaro grandeza. Deveria renunciar, que seria o gesto menos custoso para permitir uma saída democrática ao país.  Ele precisa ser urgentemente contido e responder pelos crimes que está cometendo contra nosso povo.

Ao mesmo tempo, ao contrário de seu governo – que anuncia medidas tardias e erráticas –  temos compromisso com o Brasil. Por isso chamamos a unidade das forças políticas populares e democráticas em torno de um Plano de Emergência Nacional para implantar as seguintes ações.

Ações:

-Manter e qualificar as medidas de redução do contato social enquanto forem necessárias, de acordo com critérios científicos;

-Criação de leitos de UTI provisórios e importação massiva de testes e equipamentos de proteção para profissionais e para a população;

-Implementação urgente da Renda Básica permanente para desempregados e trabalhadores informais, de acordo com o PL aprovado pela Câmara dos Deputados, e com olhar especial aos povos indígenas, quilombolas e aos sem-teto, que estão em maior vulnerabilidade;

-Suspensão da cobrança das tarifas de serviços básicos para os mais pobres enquanto dure a crise,

-Proibição de demissões, com auxílio do Estado no pagamento do salário aos setores mais afetados e socorro em forma de financiamento subsidiado, aos médios, pequenos e micro empresários;

-Regulamentação imediata de tributos  sobre grandes fortunas, lucros e dividendos; empréstimo compulsório a ser pago pelos bancos privados e utilização do Tesouro Nacional para arcar com os gastos de saúde e seguro social, além da previsão de revisão seletiva e criteriosa das renunciais fiscais, quando a economia for normalizada.

Frente a um governo que aposta irresponsavelmente no caos social, econômico e político, é obrigação do Congresso Nacional legislar na emergência, para proteger o povo e o país da pandemia.

O dever de governadores e prefeitos zelarem pela saúde pública, atuando de forma coordenada, como muitos têm feito de forma louvável. É também obrigação do Ministério Público e do Judiciário deter prontamente as iniciativas criminosas de um Executivo que transgride as garantias constitucionais à vida humana. É dever de todos atuar com responsabilidade e patriotismo.

LIDERANÇAS POLÍTICAS NACIONAIS (por ordem alfabética):

Carlos Siqueira, presidente nacional do PSB.

Carlos Lupi, presidente nacional do PDT.

Ciro Gomes, ex-candidato a Presidência pelo PDT.

Edmilson Costa, presidente nacional do PCB.

Fernando Haddad, ex-candidato à Presidência pelo PT.

Flavio Dino, governador do estado do Maranhão.  

Guilherme Boulos, ex-candidato a Presidência pelo PSOL.

Gleisi Hoffmann, presidenta nacional do PT.

José Luiz Penna, presidente nacional do PV.

Juliano Medeiros, presidente nacional do PSOL.

Luciana Santos, presidenta nacional do PC do B.

Manuela D’Avila, ex-candidata a Vice-presidência (PC do B).

Randolfe Rodrigues, líder da Rede no Congresso.

Roberto Requião, ex-governador do Paraná.

Sonia Guajajara, ex-candidata à Vice-presidência (PSOL).

Tarso Genro, ex-governador do Rio Grande do Sul.

PARLAMENTARES (por ordem alfabética):

– Senadores:

Fabiano Contarato (Rede/ES)

Randolfe Rodrigues (Rede/AP)

Rogério Carvalho – Líder do PT no Senado 

Veneziano Vital do Rego (PSB/PB) – Líder do Bloco PSB/REDE/PDT/CIdadania

Weverton Rocha – Líder do PDT no Senado  

– Deputados Federais:

Afonso Florence  (PT/BA)  

Aurea Carolina (PSOL/MG)                

Airton Faleiro (PT/PA)

Alencar Santana (PT/SP)

Alexandre Padilha (PT/SP)

Arlindo Chinaglia (PT/SP)

Assis Carvalho (PT/PI)

Benedita da Silva (PT/RJ)

Beto Faro (PT/PA)

Bohn Gass (PT/RS)

Carlos Veras (PT/PE)

Carlos Zarattini (PT/SP)

Celio Moura (PT/TO)

Edmilson Rodrigues (PSOL/PA)

Enio Verri (PT/PR) – Líder do PT   

Erika Kokay (PT/DF)

Gleisi Hoffmann (PT/PR)

Helder Salomão (PT/ES)

Henrique Fontana (PT/RS)

Ivan Valente (PSOL/SP)  

João Daniel (PT/SE)

Joenia Wapichana (Rede/RR)

Jorge Solla (PT/BA)

José Airton (PT/CE)

Joseildo Ramos (PT/BA)

José Guimarães (PT/CE)

Leonardo Monteiro (PT/MG)

José Ricardo (PT/AM)

Luiza Erundina (PSOL/SP)

Luizianne Lins (PT/CE)

Marcelo Freixo (PSOL/RJ)  

Marcon (PT/RS)

Margarida Salomão (PT/MG)

Maria do Rosário (PT/RS)

Marilia Arraes (PT/PE)

Natália Bonavides (PT/RN)

Nilto Tatto (PT/SP)

Odair Cunha (PT/MG)

Padre João (PT/MG)

Paulão (PT/AL)

Paulo Pimenta (PT/RS)

Paulo Teixeira (PT/SP)

Prof. Rosa Neide (PT/MT)

Reginaldo Lopes (PT/MG)

Paulo Teixeira (PT/SP)

Rogerio Correia (PT/MG)

Rubens Otoni (PT/GO)

Paulo Teixeira (PT/SP)

Taliria Petrone (PSOL/RJ) 

Paulo Guedes (PT/MG)

Tulio Gadelha (PDT/PE)

Valmir Assunção (PT/BA)

Waldenor Pereira (PT/BA)

Zé Carlos (PT/MA)

Zeca Dirceu (PT/PR)”

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